terça-feira, 26 de maio de 2015

James Lovelock, pessimista ou realista?

Fonte - http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/terra-em-transe/james-lovelock-pessimista-ou-realista

Em sua coluna de abril, Jean Remy Guimarães fala sobre as previsões desse famoso cientista inglês, que acredita ser inevitável um aquecimento global bem maior do que o estimado hoje, com consequências drásticas para a humanidade.
Por: Jean Remy Davée Guimarães
Publicado em 24/04/2015 | Atualizado em 24/04/2015
James Lovelock, pessimista ou realista?
Entre as contribuições do cientista inglês James Lovelock (1919-) está a formulação da chamada hipótese Gaia, que vê a Terra como um superorganismo que se autorregula. (foto: Jonathan Cobb/ Flickr – CC BY-NC-ND 2.0)
O cientista inglês James Lovelock é bastante conhecido como proponente da chamada hipótese Gaia, que defende que a Terra age como um superorganismo e, portanto, se autorregula. Embora tenha bom suporte científico em evidências e modelos, essa hipótese foi fortemente combatida por cientistas de várias áreas durante 25 anos, e apenas os climatologistas a consideraram útil. Atualmente, é mais aceita, mas, por mais interessante que seja, não é o tema central desta coluna.
Essas e muitas outras contribuições experimentais ou teóricas fazem com que James Lovelock seja considerado um dos pais do despertar ambientalista dos anos 1960
O auê em torno da hipótese Gaia ofuscou outra parte da biografia desse cientista, muito interessante e produtiva, que incluiu, nos anos 1950, o desenvolvimento de detectores de captura de elétrons, que, acoplados a cromatógrafos a gás, permitiram aumentar consideravelmente a sensibilidade dos mesmos. Isso permitiu quantificar resíduos de pesticidas no ambiente e em alimentos, evidenciando sua ampla dispersão ambiental, assim como medir os níveis atmosféricos dos famosos CFCs (clorofluorocarbonetos), responsáveis pela ampliação do buraco de ozônio em altas latitudes. Essas e muitas outras contribuições experimentais ou teóricas fazem com que James Lovelock seja considerado, assim como Raquel Carson – autora do livro Primavera Silenciosa –, um dos pais do despertar ambientalista dos anos 1960.
Isso não o impede de defender com fleuma tipicamente britânica ideias que enfurecem muitos ambientalistas, como a de que já ultrapassamos os limites de emissão de carbono que permitiriam a autorregulação do clima, o que torna o aquecimento inevitável; de que devemos aderir maciçamente à geração de energia por via nuclear; de que energias alternativas como eólica e solar não nos salvarão; de que as previsões do IPCC são otimistas demais.
Segundo ele, até 2040, o Saara invadirá a Europa, e Berlim (Alemanha) será tão quente quanto Bagdá (Iraque) hoje. Phoenix (EUA) e Beijing (China) se tornarão lugares inabitáveis, invadidos pelo deserto. Miami (EUA) e Londres (Inglaterra) idem, mas por causa da elevação do nível do mar e de enchentes. Lovelock sugere admitir que Nova Orleans (EUA) e todo o Bangladesh não têm futuro e que o melhor a fazer é organizar a migração para outras áreas.
Deserto do Saara
Segundo Lovelock, até 2040, a paisagem do Saara invadirá a Europa; Phoenix (EUA) e Beijing (China) também serão invadidos pelo deserto e se tornarão lugares inabitáveis. (foto: Carlos Reis/ Flickr – CC BY-NC-SA 2.0)
Não vai ser fácil, porque já tem gente lá. Mas o aquecimento e a fome decorrente empurrarão milhões de pessoas para o norte, elevando as tensões políticas. Lovelock prevê que, até 2100, América do Norte e Europa sofrerão aquecimento de 8 ºC, o dobro do que prevê o IPCC. “Os chineses não terão para onde ir além da Sibéria”, sentencia Lovelock. “O que os russos vão achar disso? Sinto que uma guerra entre a Rússia e a China seja inevitável.”

Migrações, epidemias, colapso

Com as dificuldades de sobrevivência e as migrações em massa, virão as epidemias. Até 2100, a população da Terra encolherá dos atuais 6,6 bilhões de habitantes para cerca de 500 milhões, sendo que a maior parte dos sobreviventes habitará altas latitudes – Canadá, Islândia, Escandinávia, bacia ártica.
Até 2100, a população da Terra encolherá dos atuais 6,6 bilhões de habitantes para cerca de 500 milhões, sendo que a maior parte dos sobreviventes habitará altas latitudes
Mas, Dr. Lovelock, desculpe, o Sr. não comentou nada sobre as altas latitudes do sul, só sobre as do norte. Consulte o mapa-múndi e concluirá que não foi esquecimento, só misericórdia. De fato, a zona temperada vai se deslocar para ambos os polos, equitativamente, mas, no caso do hemisfério Sul, ela ocupará a ponta da Patagônia na América do Sul e mais nada, já que simplesmente não há outras terras emersas nesse futuro círculo temperado. Vamos cobrir o mar com balsas para plantar comida dentro? Taí, nova oportunidade de negócios.
Lovelock considera que Gaia encontrará novo equilíbrio e que nossa civilização, como conhecemos até aqui, é a que corre perigo.
“Eu gostaria de poder dizer que turbinas de vento e painéis solares vão nos salvar”, comenta Lovelock. “Mas não posso. Não existe nenhum tipo de solução possível. Hoje, há quase 7 bilhões de pessoas no planeta, isso sem falar nos animais. Se pegarmos apenas o CO2 de tudo que respira, já são 25% do total emitido – quatro vezes mais CO2do que todas as companhias aéreas do mundo liberam. Então, se você quer diminuir suas emissões, é só parar de respirar. É apavorante. Simplesmente ultrapassamos todos os limites razoáveis em números. E, do ponto de vista puramente biológico, qualquer espécie que faz isso tem que entrar em colapso.”
Energia eólica
Lovelock não acredita que o uso de energias alternativas como a eólica e a solar possa impedir a crise que está se instalando. (foto: Alex Abian/ Flickr – CC BY-NC-ND-2.0)


Situação de guerra

Lovelock compara a situação atual com a de 1939, em que, apesar da óbvia ameaça de guerra, ninguém parecia se dar conta do que estava em jogo e ainda se falava em conciliação até a véspera do conflito. Lovelock traça um paralelo entre a falta de liderança política de então e a da atualidade. “Em muito pouco tempo, estaremos vivendo em um mundo desesperador, comenta ele.
Lovelock acredita que está mais do que na hora de uma versão ‘aquecimento global’ do famoso discurso que Winston Churchill fez para preparar a Grã-Bretanha para a Segunda Guerra Mundial: “Não tenho nada a oferecer além de sangue, trabalho, lágrimas e suor. As pessoas estão prontas para isso, a população entende o que está acontecendo muito melhor do que a maior parte dos políticos.”
Difícil contestar o veterano cientista quando vemos a obsessão negacionista de nossas autoridades na condução da crise hídrica no Sudeste brasileiro, anunciada já em fins de 2013.
A migração em massa já está em andamento, mata mais do que o atentado às Torres Gêmeas, só que todo ano, e o Mediterrâneo é o seu túmulo
Difícil também não lembrar de Lovelock quando assistimos à repetição dos naufrágios de embarcações precárias lotadas de refugiados que tentam desesperadamente chegar à Europa. Só em quatro meses de 2015, eles já causaram 1.654 mortes, metade das ocorridas em 2014. A migração em massa já está em andamento, mata mais do que o atentado às Torres Gêmeas, só que todo ano, e o Mediterrâneo é o seu túmulo. Assim como em 1939, a Europa está dividida e não sabe como lidar com a situação.
A generalização e radicalização de conflitos é outra previsão de Lovelock. Previsão ou constatação? Pegue de novo o mapa-múndi e liste os países e regiões onde você poderia levar a família a passeio se tivesse grana. Concluirá que o mundo está encolhendo, e rápido.
O mesmo exercício aplicado a sua cidade e seu estado talvez lhe provoque a mesma incômoda sensação. A diferença é que, nessa escala, você talvez ainda possa fazer alguma coisa. Ou não, sei lá...
De qualquer modo, recomendo a leitura da entrevista integral de James Lovelock a Jeff Goodell, e dos vários documentos disponíveis na internet sobre esse notável cientista-cidadão.
Afinal, os detectores que ele desenvolveu nos anos 1950 continuam entre os mais sensíveis até hoje.

Jean Remy Davée Guimarães
Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho
Universidade Federal do Rio de Janeiro

A cracolândia dos polinizadores?


Estudos internacionais apontam que os neonicotinoides, inseticidas muito usados na agricultura, podem viciar abelhas e reduzir o crescimento de suas colônias. O tema é discutido por Jean Remy Guimarães em sua coluna de maio.
Por: Jean Remy Davée Guimarães
Publicado em 25/05/2015 | Atualizado em 25/05/2015
A cracolândia dos polinizadores?
Estudo publicado na ‘Nature’ indica que inseticidas neonicotinoides têm efeito viciante sobre as abelhas. (foto: Kim Seng/ Flickr – CC BY-NC-ND 2.0)
A vida anda mesmo dura para os fabricantes de pesticidas. Não bastasse a Organização Mundial da Saúde (OMS) ter recentemente classificado o glifosato, herbicida mais vendido no Brasil e no mundo, como possivelmente cancerígeno – o que foi tema dacoluna de março –, dois trabalhos publicados este mês na prestigiosa Natureevidenciam os impactos negativos dos inseticidas neonicotinoides, largamente utilizados na agricultura, sobre as abelhas.
Em coluna anterior, eu já havia descrito estudos de campo ingleses e franceses que demonstravam que a exposição a concentrações realistas de neonicotinoides deixava abelhas e zangões desorientados, fazendo com que 30% do efetivo da colmeia não retornasse à mesma no fim do dia, reduzindo a produção de rainhas e o tamanho da colônia.
Desta vez, os neonicotinoides são suspeitos de deixar as abelhas viciadas... em neonicotinoides. O nome dessa classe de inseticidas não é coincidência; eles têm de fato estrutura química semelhante à da nicotina e podem estimular os centros de recompensa das abelhas da mesma forma que a nicotina em humanos. O efeito viciante de neonicotinoides em ratos já havia sido demonstrado em 2012 por pesquisadores japoneses.
Esses inseticidas têm de fato estrutura química semelhante à da nicotina e podem estimular os centros de recompensa das abelhas da mesma forma que a nicotina em humanos
Agora os autores de um artigo publicado naNature verificaram que abelhas não só não evitam alimentos com neonicotinoides como preferem estes em relação aos que não contêm o pesticida, o que reduz sua ingestão total de alimento.
Os resultados desmontam o argumento – não comprovado – usado pelos fabricantes para contrapor os estudos anteriores que já apontavam a nocividade dessa classe de inseticidas para abelhas e outros generosos polinizadores. Segundo eles, as abelhas seriam espertas e evitariam os cultivos tratados, reduzindo assim sua exposição (ao custo de deixar de polinizá-los, supõe-se). Mas, infelizmente, se alguns dos sensores das abelhas não detectam a presença dos neonicotinoides, outros percebem muito bem seu canto mavioso e a promessa de prazer, ou fugaz alívio da dor da abstinência. (Alô, fumantes e outros dependentes químicos, isso soa familiar?)
Que mania a indústria tem de inventar produtos viciantes! O fast-food é nocivo e viciante. Os psicotrópicos, idem. Agora temos pesticidas que viciam suas vítimas pretendidas e as outras também. Aguardo ansioso por estudos que investiguem se os neonicotinoides provocam adição em humanos, assim como provocam em abelhas e ratos.
Não duvido que depois de estrilarem como de costume, os fabricantes acabem revertendo essas evidências a seu favor. Já posso imaginar os slogans explorando a atração irresistível das pragas pela toxina que vai matá-las. Pelo menos até desenvolverem resistência ao produto. Que beleza, inventamos a zoocracolândia rural! Nada detém o progresso.

Extermínio de populações

Enquanto isso, um segundo estudo da Nature mostrou que o tratamento de sementes de plantas com flores com o inseticida Elado, que contém uma combinação de um neonicotinoide (clothianidin) e um piretroide (β-cyfluthrin), teve sérias consequências para abelhas selvagens, reduzindo a densidade das colônias, bem como seu crescimento, tudo isso nas chamadas condições de campo, em que a intensidade da exposição e suas vias são semelhantes àquelas vigentes rotineiramente em cultivos reais.
Colmeia
O tratamento de sementes de plantas com flores com um inseticida que contém um neonicotinoide reduziu a densidade e o crescimento de colônias de abelhas selvagens. (foto: Jordan Schwartz/ Flickr – CC BY 2.0)
Os estudos em questão ganharam razoável destaque na imprensa estrangeira (esqueça a local, incorrigível), porque a Comunidade Econômica Europeia aprovou uma moratória sobre o uso de certos neonicotinoides na agricultura. A moratória foi pesadamente criticada pelo governo inglês, que a acusa de não ser baseada em evidências científicas suficientes e prefere ir na onda de um relatório da Fera (Food and Environment Research Agency), agência inglesa para pesquisa sobre alimentos e meio ambiente.
Os resultados apresentados no relatório dizem basicamente o contrário das conclusões do mesmo, um caso inédito de bipolaridade bibliográfica
O problema é que a Fera não só é mansa como também míope. O tal relatório não passou pelo crivo anônimo dos pares, como acontece com um artigo científico que se preze, já que é apenas um relatório, e vale tanto quanto a agência governamental que o escreveu e os políticos que o sancionaram (aaaaai, que medo!).
Mas cientista é bicho chato. Dave Goulson, professor de biologia na Universidade de Sussex, Inglaterra, também teve medo e resolveu ir à fonte e passar o pente fino no texto. Ele concluiu (está sentado?) que os resultados apresentados no relatório dizem basicamente o contrário das conclusões do mesmo, um caso inédito de bipolaridade bibliográfica que só passou desapercebido pelos atribulados legisladores ingleses devido ao efeito aditivo (com trocadilho, por favor) das generosas contribuições de campanha, sejam de que origem forem.
Não sei não, mas deve ser terrível viver num país onde coisas assim acontecem.

Jean Remy Davée Guimarães
Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho
Universidade Federal do Rio de Janeiro

terça-feira, 12 de maio de 2015

SÍNDROME DE GUILLAIN-BARRÉ

DOENÇAS E SINTOMAS

SÍNDROME DE GUILLAIN-BARRÉ

A síndrome de Guillain-Barré, também conhecida por polirradiculoneuropatia idiopática aguda ou polirradiculopatia aguda imunomediada, é uma doença do sistema nervoso (neuropatia) adquirida, provavelmente de caráter autoimune, marcada pela perda da bainha de mielina e dos reflexos tendinosos. Ela se manifesta sob a forma de inflamação aguda desses nervos e, às vezes, das raízes nervosas.
O processo inflamatório e desmielizante interfere na condução do estímulo nervoso até os músculos e, em parte dos casos, no sentido contrário, isto é, na condução dos estímulos sensoriais até o cérebro.
Em geral, a moléstia evolui rapidamente, atinge o ponto máximo de gravidade por volta da segunda ou terceira semana e regride devagar. Por isso, pode levar meses até o paciente ser considerado completamente curado. Em alguns casos, a doença pode tornar-se crônica ou recidivar.
Causas
Não se conhece a causa específica da síndrome. No entanto, na maioria dos casos, duas ou três semanas antes, os portadores da síndrome manifestaram uma doença aguda provocada por vírus (citomegalovírus, Epstein Barr, da gripe e da hepatite, por exemplo) ou bactérias (especialmente Campylobacter jejuni ). A hipótese é que essa infecção aciona o sistema de defesa do organismo para produzir anticorpos contra os micro-organismos invasores. No entanto, a resposta imunológica é mais intensa do que seria necessário e, além do agente infeccioso, ataca também a bainha de mielina dos nervos periféricos.
Cirurgias, vacinação, traumas, gravidez, linfomas, gastrenterite aguda e infecção das vias respiratórias altas podem ser consideradas outras causas possíveis da polirradiculoneuropatia aguda.
Sintomas
O sintoma preponderante da síndrome de Guillain-Barré é a fraqueza muscular progressiva e ascendente, acompanhada ou não de parestesias (alterações da sensibilidade, como coceira, queimação, dormência, etc.), que se manifesta inicialmente nas pernas e pode provocar perdas motoras e paralisia flácida. Com a evolução da doença, a fraqueza pode atingir o tronco, braços, pescoço e afetar os músculos da face, da orofaringe, da respiração e da deglutição.
Em número menor de casos, o comprometimento dos nervos periféricos pode produzir sintomas relacionados com o sistema nervoso autônomo, como taquicardia, oscilações na pressão arterial, anormalidades na sudorese, no funcionamento dos intestinos e da bexiga, no controle dos esfíncteres e disfunção pulmonar.
Os sintomas regridem no sentido inverso ao que começaram, isto é, de cima para baixo.
Diagnóstico
O diagnóstico tem como base a avaliação clínica e neurológica, a análise laboratorial do líquido cefalorraquiano (LCR) que envolve o sistema nervoso central, e a eletroneuromiografia.
É muito importante estabelecer o diagnóstico diferencial com outras doenças autoimunes e neuropatias, como a poliomielite e o botulismo, que também podem provocar déficit motor.

Tratamento
O tratamento da síndrome conta com dois recursos: a plasmaférese (técnica que permite filtrar o plasma do sangue do paciente) e a administração intravenosa de imunoglobulina para impedir a ação deletéria dos anticorpos agressores. Exercícios fisioterápicos devem ser introduzidos precocemente para manter a funcionalidade dos movimentos.
Medicamentos imunosupressores podem ser úteis, nos quadros crônicos da doença.
Importante: A síndrome de Guillain-Barré deve ser considerada uma emergência médica que exige internação hospitalar já na fase inicial da evolução. Quando os músculos da respiração e da face são afetados, o que pode acontecer rapidamente, os pacientes necessitam de ventilação mecânica para o tratamento da insuficiência respiratória.
Recomendações
Esteja atento às seguintes considerações:
* Em grande parte dos casos, a síndrome de Guillain-Barré é um distúrbio autolimitado. No entanto, o paciente deve ser levado imediatamente para o hospital assim que apresentar sintomas que possam sugerir a doença, porque pode precisar de atendimento de urgência;
* Como ainda não foram determinadas as causas da doença, não foi possível também estabelecer as formas de preveni-la;
* O processo de recuperação da síndrome, em geral, é vagaroso, mas o restabelecimento costuma ser completo;
* É muito pequeno o número de casos da síndrome em que a causa pode ser atribuída à vacinação, em geral, contra gripe e meningite. Por isso, as pessoas devem continuar tomando essas vacinas normalmente;
* A fisioterapia é um recurso fundamental especialmente para o controle e reversão do déficit motor que a síndrome pode provocar.
Fonte - http://drauziovarella.com.br/clinica-geral/sindrome-de-guillain-barre/